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E se a Inteligência Artificial nos matar a todos?

O Museu do Desalinhamento avisa que, embora tenha o potencial de desenvolver a civilização e melhor a vida humana, a inteligência artificial pode também levar a um mundo de destruição, que serve de inspiração ao cenário retratado pela curadora Audrey Kim desta exposição. "É num mundo pós-apocalíptico onde uma Inteligência Geral Artificial já destruiu a maior parte da humanidade e percebeu que isso foi mau. Depois criou este espaço em jeito de memorial aos humanos. Por isso, o nosso lema aqui é ‘Desculpe por ter matado a maioria da humanidade’", explicou Audrey Kim. O conceito de Inteligência Geral artificial significa a capacidade das máquinas de aprenderem qualquer tarefa intelectual realizada por humanos, já expressa em muitos filmes de ficção científica como por exemplo no icónico "Perigo Iminente". No filme de Ridley Scott, inspirado na obra de Philip K. Dick, os "replicantes" confundem-se com os humanos e até desenvolvem emoções. A certa altura, é referido que que o objetivo comercial da empresa retratada no filme é tornar os androides " ". Esta no desenvolvimento desta tecnologia da Inteligência Geral Artificial, sem qualquer respeito pelos valores humanos nem pela espécie, arriscando inclusive que um dia a ficção, quem sabe, de "Exterminador Implacável", se torne realidade e só com uma viagem no tempo se possa tentar emendar o erro.
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