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Phishing explode explorando maus hábitos e a curiosidade dos colaboradores

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A CLM, distribuidor latino-americano de valor agregado com foco em segurança da informação, proteção de dados, infraestrutura para data centers e cloud, alerta para os riscos crescentes de ataques, trazidos às empresas por meio de seus colaboradores, especialmente phishing e smishing (phishing via SMS). No primeiro trimestre de 2022, o APWG (Anti-Phishing Working Group) observou 1.025.968 ataques de phishing. Segundo a entidade, este foi o pior trimestre para phishing já observado e a primeira vez que o total trimestral ultrapassou um milhão. Além disso, no período, houve um aumento de 7% no phishing de roubo de credenciais contra usuários corporativos. O CEO da CLM, Francisco Camargo, afirma que com o home office, o BYOD (Bring Your Own Device), o perímetro de proteção se diluiu e as empresas devem implantar o modelo de risco centrado nas pessoas, nos colaboradores. Ele cita o Proofpoint’s Annual Human Factor Report 2022, estudo divulgado há alguns dias e realizado pela Proofpoint, Inc., empresa líder em cibersegurança e conformidade, cujas soluções são distribuídas pela CLM. Com uma base de dados incrivelmente grande (vários trilhões de pontos de dados), a Proofpoint analisa, todos os dias, mais de 2,6 bilhões de mensagens de e-mail, 49 bilhões de URLs, 1,9 bilhão de anexos, 28,2 milhões de contas na nuvem, 1,7 bilhão de mensagens móveis e muito mais. O relatório, que analisa de forma abrangente as três principais facetas de risco, que exploram ameaças aos usuários – vulnerabilidade, ataques e privilégios, também inclui informações acionáveis sobre como proteger os colaboradores contra elas. "Os cibercriminosos sabem que o smartphone contém as chaves para a vida pessoal e profissional das pessoas. A Proofpoint descobriu que as tentativas de Smishing mais do que dobraram nos EUA ao longo de 2021. No Reino Unido mais de 50% das ‘iscas’ foram sobre notificação de entrega. Os criminosos enviam mais de 100 mil ataques voltados a telefones por dia", conta o executivo. Como se sabe, o smishing é um tipo de phishing que usa as mensagens de texto dos celulares como meio de coletar informações pessoais. "Os hackers sabem que as pessoas continuam sendo o elo mais fraco da cibersegurança, por isso usam e abusam da engenharia social. Do outro lado, o aumento substancial de ataques phishing e smishing contra empresas acontecem, em grande parte, pela falta de cuidado ou pelos maus hábitos dos colaboradores." O utra pesquisa da Proofpoint, State of the Phish 2022 divulgada em fevereiro, revelou que muitos colaboradores têm comportamentos de risco e não seguem as melhores práticas de cibersegurança. 42% disseram ter feito algo perigoso, como clicar em um link malicioso, baixar malware ou expor seus dados pessoais ou credenciais de login, em 2021. E 56% das pessoas, que têm acesso a um dispositivo corporativo (laptop, smartphone, tablet etc.), permitiam que amigos e familiares usassem esses aparelhos para fazer coisas como jogar, streaming de mídia e compras online. "Sem soluções de próxima geração, para a rede e nuvem, para proteger as empresas contra ameaças avançadas e ataques direcionados a e-mails, aplicativos para celular e mídias sociais, os números vão continuar batendo recordes. Priorizamos parceiros como a Proofpoint para ajudar organizações de todos os portes, a proteger, administrar e controlar os sistemas de mensageria e correio eletrônico, indispensáveis no dia a dia de qualquer empresa. Nosso esforço é garantir projetos integrados de cibersegurança que contemplem, de ponta a ponta, as inúmeras vulnerabilidades, principalmente as trazidas pelos colaboradores", descreve Camargo. Outras descobertas - Proofpoint’s Annual Human Factor Report 2022 Usuários com acesso privilegiado são os principais alvos. Gerentes e executivos que representam apenas 10% do total de usuários nas organizações, dão origem a 50% do risco de ataques mais graves. Mais de 80% das empresas são atacadas , todos os meses, por uma conta de e-mail de um fornecedor comprometido. O treinamento em conscientização de segurança com foco nas ameaças oriundas da cadeia de suprimentos é essencial para a saúde dos negócios corporativos. Microsoft OneDrive e o Google Drive são as plataformas legítimas de infraestrutura de nuvem mais comumente usadas por agentes maliciosos. No ano passado, 35% das empresas que usam nuvem, receberam um login suspeito, ou experimentaram atividades suspeitas em seus arquivos após a violação, revelando que o risco baseado em privilégios aumenta à medida que as empresas migram para a nuvem. Em média, aproximadamente 10% das organizações tiveram pelo menos um aplicativo malicioso ativo, devidamente autorizado em seu ambiente. 20 milhões de mensagens com malwares associadas a ransomware A atuação conjunta entre grupos de malware e operadores de ransomware continua. Mais de 20 milhões de mensagens tentaram entregar malware vinculado a um eventual ataque de ransomware entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2021. Cibercriminosos pegam carona na cultura pop Os cibercriminosos usaram figuras populares como Justin Bieber e The Weeknd, e a série da Netflix Squid Game em suas armadilhas, no ano passado. Em outubro, os ciberatacantes enviaram e-mails com temas do Squid Game para vítimas nos EUA, prometendo acesso antecipado à próxima temporada ou a oportunidade de ser escalado em episódios futuros. 80 mil e-mails "amistosos" orientados a tarefas Em 2021, houve uma tendência crescente dos criminosos percorrerem distâncias surpreendentes para desenvolver um relacionamento com as vítimas antes de tentar iniciar um ataque. A forma mais comum de ameaça a partir de conversas com o alvo envolve phishing com armadilhas orientadas a tarefas – uma forma de comprometimento de e-mails comerciais (business e-mail compromise - BEC). Esses ataques geralmente começam com uma mensagem benigna perguntando se o destinatário está disponível para fazer uma tarefa simples. Se a vítima se envolver, o invasor pede dinheiro, vales-presente ou uma alteração em uma fatura. Em um mês médio, a Proofpoint observou cerca de 80 mil e-mails maliciosos orientados a tarefas. "A confiança é um componente essencial da engenharia social. Para persuadir alguém a interagir com um conteúdo malicioso, o invasor precisa convencê-lo a confiar na fonte – ou pelo menos suspender a desconfiança por tempo suficiente para sucumbir", menciona o executivo da CLM. Cibercriminosos continuam a capitalizar com os conflitos globais. No início de 2022, atacantes e grupos APT (advanced persistent threat: ameaças persistentes avançadas) alinhados com interesses nacionais responderam à invasão da Ucrânia pela Rússia. A Proofpoint viu malwares destrutivos de limpeza implantados contra organizações ucranianas e infraestruturas de comunicação importantes, além de atividades de atacantes alinhados à Bielorrússia e à China, que visavam especificamente organizações governamentais europeias envolvidas em acolhimento de refugiados e outros esforços de ajuda. O relatório Human Factor 2022 da Proofpoint mergulha profundamente no risco às empresas que se inicia no usuário, com base em dados e insights de um ano de pesquisas sobre ameaças detectadas, mitigadas e resolvidas em um dos maiores conjuntos de dados em segurança cibernética. As informações decorrem do número, cada vez maior, de empresas, universidades e órgãos governamentais de todo o mundo que usam as soluções de segurança, compliance e arquivamento de correio eletrônico da Proofpoint para bloqueio de e-mails indesejados, malwares para impedir o vazamento de informações confidenciais por meio das mensagens eletrônicas, e visa tornar a empresa compliant à legislação de privacidade de dados, como a LGPD no Brasil. Para baixar o Proofpoint’s Human Factor 2022 report, acesse o link .
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